Mundoteca
Uma biblioteca é uma porta aberta para o mundo.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
terça-feira, 30 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Atreve-te!!!... E aceita um desafio.
Abrimos a temporada de caça aos poemas - e outros textos que nos queiram enviar.
Temos a certeza que tens materiais que queres partilhar connosco! Manda os teus textos para becre.espamol@gmail.com . Ficamos à espera.
Entretanto, eis um desafio:
Dá-nos a definição mais original (e inesperada) que conseguires para os segunintes objectos:
- escadote
- sapato
- computador
Temos a certeza que tens materiais que queres partilhar connosco! Manda os teus textos para becre.espamol@gmail.com . Ficamos à espera.
Entretanto, eis um desafio:
Dá-nos a definição mais original (e inesperada) que conseguires para os segunintes objectos:
- escadote
- sapato
- computador
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Contos de horror
Infelizmente, houve um problema no carregamento da narração do conto em inglês. Fica aqui o resumo.
Horror Tales - A brief review of Edgar Allen Poe's Tales

Como as coisas horrosas nunca são demais e não há uma sem duas ou três (a história da humanidade assim o mostra), no passado dia 18 foi a vez de três alunos da turma A do 10.º Ano nos recontarem uma outra história onde entrava uma personagem que, dizem, é a mais justa e equalitária do mundo: a própria Morte. Desta vez, apareceu num bail de máscaras vestida de palhaço. Por detrás dos lábios vermelhos da boca pintada, o seu eterno sorriso de caveira escarnecia daqueles que se iludiam, pensando que poderiam escapar-lhe.
Agora, já que a história foi contada em inglês, aui vai a notícia nessoutra língua:
Three of our fine students from class 10.ºA made a play out of a Edgar Allen Poe's tale. Prince Prospero couldn't fool Death with his makerade and entreasuring himself and his court inside his jewelbox palace. Death allways find a way to show up, even if not invited. A scarlet blur blooming on a face, a smear melting the the walls of the palace into a fog and... the silent rictuous smile of a waiting skull.
A sala cheia...
A sala ainda mais cheia...
Os verdadeiros artistasDesta vez foram os alunos a fazer a preparação e a dramatizaçãpo do conto, Fizeram um trabalho exemplar. Ficamos à espera que mais turmas peguem neste desafio de se divertirem imenso enquanto aprendem.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Dia dos Direitos Humanos
...Apesar de tudo, a ideia de que os seres humanos têm direitos inalienáveis (até mesmo aqueles que, por serem desprovidos de capacidades de gerir autonomamente a sua vida e de pensarem racionalmente podem não ser considerados pessoas de direitos plenos) continua viva e dificilmente morrerá.
Para relembrar o dia dos direitos humanos,que se aproxima, eis um poema de José Carlos Ari dos Santos, obtido a partir de http://cris-sheandbobbymcgee.blogspot.com/:
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro
Nas suas almas abertas
traziam o sol da esperança
e nas duas mãos desertas
uma pátria ainda criança
Gritavam Neruda Allende
davam vivas ao Partido
que é a chama que se acende
no Povo jamais vencido
– o Povo nunca se rende
mesmo quando morre unido
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Alguns traziam no rosto
um ricto de fogo e dor
fogo vivo fogo posto
pelas mãos do opressor.
Outros traziam os olhos
rasos de silêncio e água
maré-viva de quem passa
Uma vida à beira-mágoa.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Mas não termina em si próprio
quem morre de pé. Vencido
é aquele que tentar
separar o povo unido.
Por isso os que ontem caíram
levantam de novo a voz.
Mortos são os que traíram
e vivos ficamos nós.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que nasceram para o Chile
morrendo de corpo inteiro.
José Carlos Ary dos Santos
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